ATUALIZAÇÕES NO BLOG
Pessoal, estou postando hoje que tenho outro blog relacionado a informática e tudo o que é relacionado com novas mídias, mas no sentido de apoio a consertos destas mídias. Exemplo: como consertar um MP4, entre outros assuntos relacionados.
Enfim, queria pedir que todos os que tiverem problemas com esses tipos de aparelhos postassem suas duvidas e eu, na medida do possível, tentaria ajudar postando soluções.
Colaborem beleza.
O link é esse:http://informkt.blogspot.com/
É só postar as duvidas ali. Fui.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Postado por Maycon Produtos e Serviços às 16:54 0 comentários
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Tropa de Elite
'Fantástico' revela os bastidores do filme 'Tropa de elite'
Na semana em que, na vida real, 58 policiais militares de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, foram acusados de corrupção, formação de quadrilha e associação para o tráfico, uma obra de ficção que ainda nem estreou, e que se passa em 1997, está causando a maior polêmica.
“Tropa de elite” mostra a sociedade, a polícia e o crime na visão do capitão Nascimento, o personagem de Wagner Moura, um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
“Na teoria, a gente faz parte na Polícia Militar. Na prática, o Bope é outra polícia. O nosso símbolo mostra o que acontece quando a gente entra em uma favela. E a nossa farda não é azul, é preta”, diz o personagem interpretado pelo ator.
O filme tem gerado muita discussão. O Bope é mostrado como uma força violenta, mas que não se corrompe. “Na minha escala de valores, tortura é pior do que corrupção. Eu não acho que o filme fortalece a tropa de elite que é mostrada ali”, afirma o diretor de “Tropa de elite”, José Padilha.
“As pessoas esperam uma polícia mais violenta, mais agressiva, uma polícia punitiva”, diz o ex-capitão do Bope e co-roteirista de “Tropa de elite”, Rodrigo Pimentel. “Quem aplaude o Bope não são aquelas pessoas que estão submetidas à repressão nas comunidades carentes”, afirma o presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Vanderlei Ribeiro.
“Tem alguns relatos de pessoas que falam o seguinte: ‘Na minha comunidade, a criança que ficava brincando de polícia e ladrão e se espelhava no traficante, hoje quer ser do Bope’”, conta o comandante-geral da Polícia Militar do Rio, comandante Ubiratan Ângelo.
Já a PM convencional é vista como uma força corrupta e desacreditada. “O que eu posso lhe garantir é que, quando a corporação sabe, ela vai lá e age. Ela atua, prende, pune e exclui”, garante o comandante-geral da Polícia Militar do Rio, comandante Ubiratan Ângelo.
“O maior orgulho de um policial do Bope é o pertencimento à unidade. Isso é muito eficaz contra a corrupção, é muito eficaz mesmo”, acrescenta o ex-capitão do Bope e co-roteirista de “Tropa de elite”, Rodrigo Pimentel.
“O Bope não é diferente dos demais batalhões, das delegacias, de vários setores”, contesta o presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Vanderlei Ribeiro.
A classe média aparece no filme como a grande patrocinadora do tráfico de drogas. “Ela corrompe e depois ela critica a corrupção”, acusa Vanderlei Ribeiro. “Todo usuário de droga sabe muito bem da onde está vindo a droga que ele compra. Muitas das pessoas que vão em passeata contra a violência são consumidores de droga”, diz o diretor de “Tropa de elite”, José Padilha.
Na semana em que, na vida real, 58 policiais militares de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, foram acusados de corrupção, formação de quadrilha e associação para o tráfico, uma obra de ficção que ainda nem estreou, e que se passa em 1997, está causando a maior polêmica.“Tropa de elite” mostra a sociedade, a polícia e o crime na visão do capitão Nascimento, o personagem de Wagner Moura, um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
“Na teoria, a gente faz parte na Polícia Militar. Na prática, o Bope é outra polícia. O nosso símbolo mostra o que acontece quando a gente entra em uma favela. E a nossa farda não é azul, é preta”, diz o personagem interpretado pelo ator.
O filme tem gerado muita discussão. O Bope é mostrado como uma força violenta, mas que não se corrompe. “Na minha escala de valores, tortura é pior do que corrupção. Eu não acho que o filme fortalece a tropa de elite que é mostrada ali”, afirma o diretor de “Tropa de elite”, José Padilha.
“As pessoas esperam uma polícia mais violenta, mais agressiva, uma polícia punitiva”, diz o ex-capitão do Bope e co-roteirista de “Tropa de elite”, Rodrigo Pimentel. “Quem aplaude o Bope não são aquelas pessoas que estão submetidas à repressão nas comunidades carentes”, afirma o presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Vanderlei Ribeiro.
“Tem alguns relatos de pessoas que falam o seguinte: ‘Na minha comunidade, a criança que ficava brincando de polícia e ladrão e se espelhava no traficante, hoje quer ser do Bope’”, conta o comandante-geral da Polícia Militar do Rio, comandante Ubiratan Ângelo.
Já a PM convencional é vista como uma força corrupta e desacreditada. “O que eu posso lhe garantir é que, quando a corporação sabe, ela vai lá e age. Ela atua, prende, pune e exclui”, garante o comandante-geral da Polícia Militar do Rio, comandante Ubiratan Ângelo.
“O maior orgulho de um policial do Bope é o pertencimento à unidade. Isso é muito eficaz contra a corrupção, é muito eficaz mesmo”, acrescenta o ex-capitão do Bope e co-roteirista de “Tropa de elite”, Rodrigo Pimentel.
“O Bope não é diferente dos demais batalhões, das delegacias, de vários setores”, contesta o presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Vanderlei Ribeiro.
A classe média aparece no filme como a grande patrocinadora do tráfico de drogas. “Ela corrompe e depois ela critica a corrupção”, acusa Vanderlei Ribeiro. “Todo usuário de droga sabe muito bem da onde está vindo a droga que ele compra. Muitas das pessoas que vão em passeata contra a violência são consumidores de droga”, diz o diretor de “Tropa de elite”, José Padilha.
Postado por Maycon Produtos e Serviços às 18:17 0 comentários
terça-feira, 18 de setembro de 2007
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Ae isso é para quebrar o gelo, rrsrsrsrsr:
Postado por Maycon Produtos e Serviços às 07:43 1 comentários
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
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